sexta-feira, 23 de novembro de 2012

terça-feira, 20 de novembro de 2012

quarta-feira, 14 de novembro de 2012


Coldplay  *-*


Eu mudei, sim eu mudei e muito. Não porque eu quis, mas porque foi preciso. Sabe como é, tudo que não muda um dia perde a graça.

Não, o que eu sinto não é falta e tão pouco saudade, apenas estou desacostumando. Só isso!

Já disseram para me afastar de algumas pessoas, mas fiz exatamente o contrário. Já disseram que eu era falsa, mas pra mim isso não passou de um comentário. Já disseram por aí que sou fácil de fazer e de perder amizades, mas são justamente as pessoas que não sabiam o significado da palavra lealdade. Já disseram que eu era triste, mas triste fui quando acreditei que isso era verdade. Já disseram que eu era invejosa, mas isso só me deu mais motivação. Já disseram que eu era louca, isso foi a única coisa que eles tiveram razão. Já disseram que eu era tantas, mas hoje eu já pude perceber, que de tantas que fui, somente eu consegui me conhecer.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

 
Já era Novembro, e ela não esperava por mais nada, apenas decidiu fazer por si aquilo que os outros meses não fizeram.  Ela tinha consciência de que mês nenhum faria nada por ela, mas gostava de ser um pouco clichê nas suas palavras. Continuava disposta a encarar sozinha a vida que levava, queria ver até onde isso tudo iria dar.  O que se tornava cansativo eram as pessoas, a falta, a perda e principalmente a diferença. Ela se sentia diferente em certos momentos, suas ideias, suas conversas, as pessoas estavam vazias de conversas, de gentileza, de verdade, de opiniões próprias e de troca de carinhos.
Todas essas diferenças a faziam gostar ainda mais de si, e assim, ela continuava a observar cada movimento, cada conversa, cada palavra, cada letra, cada canção que tocava. Ela se sentia calma e logo depois se desesperava, não tinha para onde correr e se escondia dentro de si mesma. Tinha no coração o amor que nunca lhe deram, e na cabeça lembranças que ainda queria esquecer. Mantinha o respeito daquilo que achava certo, mas perdia a paciência toda vez que alguém tropeçava em seu limite.
Já era Novembro, e ela não esperava por mais nada, nem das pessoas, nem dos meses, nem dos anos, apenas focava naquilo que acreditava. Embora ela não esperasse pelo tempo, sabia que ele poderia tomar conta de todo resto que lhe faltava.