sábado, 23 de março de 2013


Sorria, cante, dance, faça o que você gosta, mas faça para você, não tente ser o que não é para agradar alguém. O mundo já está cheio de pessoas superficiais.
Faça, sonhe, planeje, mas não conte a ninguém. Ter que estar viva diante de olhares maldosos já é o suficiente para fluir grandes negatividades.
Beije, abrace, diga eu te amo, mas diga de dentro pra fora, não diga apenas por dizer. Palavras e gestos de sentimentos já tem muita gente fazendo por fazer.
Seja, xingue e sofra se for necessário. Mas não gaste lágrimas por quem não tem um pingo de consideração por você.
Siga, ande, volte, mas nunca pare. E não importa a velocidade em que você está, a vida sempre reserva coisas boas para quem acredita nela.
Reze, agradeça, se humilhe para Deus. Ele é o único por quem você pode esperar, e quem no final nunca irá te decepcionar!

Que assim seja


Que ninguém implore amor, nem afeto, nem mendigue qualquer sentimento que exige um pedaço do outro. Viver de migalhas, jamais. Soma-se de coisas que te façam bem, ignore qualquer tipo de sentimento que te subtraia. Que tudo seja natural, principalmente nossas próprias escolhas. Que as pessoas não sejam apenas de carne e osso, mas que sejam de alma e coração, que façam a diferença, nem que seja por um momento, mas que seja. Que o carinho seja muito mais que um simples tocar, mas seja um sentir. Que a compreensão venha junto com a paciência de aceitar o outro como ele é. Que julgamentos sejam apenas julgamentos de pessoas precipitadas que não enxergam o sentido de um ser humano, e que elas se corrijam, pelo menos. Que todos consigam alcançar a felicidade, e que ela seja partilhada, desperdiçando sorrisos e esbanjando alegrias. Que tenhamos forças para aguentar as nossas fraquezas e coragem para assumi-las. Que a nossa vida tenha o sobrenome de viver, de verdade. Que nada seja de mentira, e quando houver mentira que tenhamos a serenidade de reconhecer que o tempo sempre faz seu trabalho, e bem feito. E que antes de aprender a amar o outro, amemos a nós primeiro e se for implorar por amor, que seja por amor próprio. Amém!



Não gosto de ser questionada. Não gosto de ter que mentir para não responder o que não estou nenhum pouco afim de dizer a verdade. Prefiro te deixar falando sozinho. Prefiro não dizer nada e deixar tudo assim, subtendido.

Sou muito macho pra pouco homem e muito mulher pra pouco macho.

sexta-feira, 15 de março de 2013

terça-feira, 5 de março de 2013


As pessoas se comparam e tentam ser melhores do que as outras. No meu caso, sou singular.

Eu gosto é de viver.
Eu gosto de um bom filme, de dormir a dois, embora eu esteja só, adoro namorar depois. Gosto de dramas bem elaborados, de sorrisos exagerados, de mentiras mal contadas, de verdades lavadas e de palavras na cara. Planejo conversas que nunca seguem o roteiro, sou julgada pelo que escrevo e culpada pelo que faço.
Busco sinceridades até onde não tem e sigo falando verdades sem calcular a resposta. Admiro uma solidão a dois, uma conversa a três e um amor - próprio. Gosto de silêncios para pensar, mas faço barulho para quebrar a rotina. Adoro uma boa bebida, uma ótima balada e de dançar até varar a madrugada. Uma tarde com as amigas, um pagode na virada, assistir um pôr do sol e ficar à toa na rua. Prefiro a correria do dia a dia do que uma vida parada.
Adivinho coisas sem ninguém me contar e tenho opiniões até o dia em que eu resolver mudar. Crio diálogos construtivos, falo sozinha no banheiro, embora muitas vezes descordar, sempre sigo meu conselho. Não costumo conversar com quem não conheço, mas sou totalmente diferente quando sou sua e nua. Eu gosto do equilíbrio, de me manter de pé, embora às vezes desequilibrada, eu caio, mas sempre me levando e sigo com fé.

Paro por segundos e analiso toda a minha vida, comparo com o mundo ao meu redor, como se eu fosse colocar toda essa bagunça em ordem, como se tudo o que ficou para trás tivesse alguma culpa, como se toda essa gente que passou por aqui se importasse com a minha vida. E o pior é que eu sempre acho que tenho razão nas coisas que penso e nas coisas que falo. Porque na minha opinião, quando algo faz sentido há uma explicação por trás de uma razão apresentada. Eu sempre tentava encontrar uma solução no meio disso tudo, mas eu achava que não tinha como encontrar todas as respostas sozinha, mas me enganei.
Cheguei a achar que todas essas coisas eram injustas, vazias e cheias de versões e inversões. Uma tal raiva aparente que me pegava totalmente desprevenida e sóbria, que me deixava tonta e perdida. Às vezes eu chegava a ser um tanto grossa, um tanto irônica, um tanto rude e fria, mas por dentro era totalmente delicada e despreparada. Tão cheia daquelas coisas que as pessoas não dão valor e ficam escondidas por trás de uma armadura que dificilmente se tira.
Na minha mente eu não conseguia entender o que verdadeiramente eu buscava, o que realmente as pessoas queriam de mim. Acabei por descobrir que a falta de algumas delas eram a liberdade que tanto sonhava. De outras eu ainda me pergunto o por quê de tanta insensibilidade. Arrumava mil desculpas para o comportamento imbecil das pessoas que eu amava. Foi então que resolvi encarar a realidade e me livrar de tudo que não me fazia bem. Arrancaram o melhor de mim e me devolveram em doses exageradas várias aprendizados. Sentia-me abandona, mas isso me fez descobrir que tudo na vida não vale a pena se não desfrutarmos da nossa própria companhia. Conheço pessoas que tem a todos mas não tem a si mesmo. Sem querer aprendi as vantagens de ser só. A partir desse instante passei a ter todos e tudo o que eu precisava ter sem precisar saber quem realmente me fazia bem ou não. Flutuo por aí e ainda mantenho os pés totalmente no chão.