sábado, 28 de junho de 2014

Meu grande curioso amigo Elias tenta pegar meu celular kkkkkkkk

DESCUBROOOO QUE NÃO SOU A UNICA SAPA DA SALA o/\o

Odeio insistência no telefone então se vier me perguntar porque não te atendi...

…acordo feliz depois de ter transado com a tão desejada...


sexta-feira, 27 de junho de 2014

terça-feira, 17 de junho de 2014


Sei lá, eu gosto de estar com você. Te abraçar, te beijar, deitar no seu colo, sentir seu cheiro, ouvir suas histórias e te contar as minhas. Gosto da sua presença sabe, fico feliz estando contigo. Não sei se isso é amor pois ouvi dizer que o amor machuca, mas então se for pra não machucar não quero que seja amor, uma cumplicidade especial pra mim já está ótimo.

sábado, 14 de junho de 2014

PRIMEIRO CONSTRANGIMENTO SAPATÔNICO AFF!!!

1. O primeiro flerte

Você não sabe como flertar com uma mulher, como saber se ela é do babado, se existe a possibilidade de ela corresponder. Caramba, e se ela corresponder? O que eu faço? Não posso beijar aqui no meio da faculdade na frente de todo mundo (posso?). Será que se eu adicionar no Facebook vou parecer uma louca stalker? Tá, mas e no beijo, como eu faço? Posso passar a mão na bunda, no peito? Será que eu digo que nunca fiquei com menina antes? Socorro!
Daí você dá aquele “Oi!” esquisito com um sorriso meio torto parecendo o Sheldon (the big bang theory) espantando a guria pra bem longe pra sempre.
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2. O primeiro sexo

Onde eu pego? Onde eu encosto? Como eu faço? Em que velocidade? Em qual posição? Meu deus, quais posições existem? Mas será que eu já chego assim tirando a roupa ou espero ela tirar primeiro. Será que ela vai querer me chupar também? E se eu não gostar? Ai, cara, e se o gosto for meio estranho, todo mundo fala que é. Será que eu enfio uma camisinha no meu dedo? Como é que faz essa bendita tesoura que todo mundo diz? E se ela não gozar? Como eu percebo se ela estiver fingindo? Sheová!!!
Daí você esquece da preliminar (ou demora demais nela), se enrosca na hora de tirar a blusa, dá aquela mordidinha um pouco forte demais, cai da cama sem querer, escuta seu primeiro “pum vaginal” e acha que tem algo de errado com você, e se esconde embaixo do cobertor.
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3. O primeiro ataque homofóbico

Você está belíssima e diva no restaurante/bar/pub com a sua ficante e um grupo de amigas. Todas rindo, consumindo, bebendo, se divertindo pra caramba. Claro que, no meio do xaveco todo, vocês dão as mãos, fazem aquele carinho no braço uma da outra, dá uma risadinha deitando a cabeça no ombro dela, chega o rostinho perto, dá um selinho pra ficar mais próxima… Ai chega o gerente na mesa, te cutuca e diz: “Oi, será que vocês podem maneirar um pouco? Os clientes estão incomodados.”
E agora? Se esconde embaixo da mesa? Se afasta da ficante? Paga a conta em silêncio e vai embora? Mete a boca no trombone e xinga o pai de coxinha e a mãe de empadinha? Grita que os incomodados que se mudem? Daí você dá tela azul da morte do windows *PAM* e fica travada por 3 segundos (que internamente parecem 3 séculos).
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4. A primeira compra de um item “masculino”

Passeando no shopping, dia de comprar umas coisas básicas novas pra abastecer o guarda-roupa: meias brancas comuns, camisa xadres, camisetas do setor infantil tamanho 14 pra dormir, samba canção pra usar como shorts em casa, cueca boxer pra dormir – porque é super confortável, desodorante masculino – porque você detesta o cheiro doce e floral dos femininos, gel fixador… Passa tudo no caixa, a atendente olha pra você:
“Embrulha pra presente?”
“Não.”
“Mas…”
“Não, moça, é tudo pra mim mesma. É.”
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5. O primeiro babaca inconveniente

Eba, dia de finalmente levar a namorada naquele churrasco de família, com os tios, tias, primos, vô, vó, todo mundo reunido. Você ainda não é assumida, ou é, mas a família tá fingindo que nada acontece, então você chega com a sua “amiga”, apresenta como “amiga” e todo mundo trata como “amiga”. Dali a pouco chega um primo: “Nossa, gata essa tua amiga, heim? Apresenta ela pra mim.”
Apresento. Apresento a minha mão no meio da tua fuça! Vaza daqui muleque! Que desaforo! Me respeita!
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Um livro novo chega ao Brasil com uma proposta muito característica: discutir e mostrar as aspectos ocultos na violência doméstica.­­­ Narrado pelos olhos da vítima, Uma razão para respirar traz ao leitor a possibilidade de viver na pele o drama de quem carrega, além da dor física, impactos psicológicos que influenciam suas escolhas, decisões, relacionamentos, vida social e o modo como enxerga a sua própria existência.
“A frente da minha cabeça bateu no batente da porta. Uma dor lancinante transpassou por minha cabeça conforme o corredor se turvava. Meus olhos foram tomados de pontos pretos enquanto tentava me focar. Antes que pudesse me recompor, suas garras pegaram meu cabelo de novo e arremeteram novamente contra a madeira. O canto do batente chocou-se com o lado esquerdo de minha testa. A dor pungente sobre meu olho deu lugar a um fluxo quente que desceu por minha bochecha”.
Na trama, Emma Thomas vai morar com os tios George e Carol depois que a mãe, alcóolatra, a “abandonou”. O local que deveria ser seu novo “lar”, refúgio e recanto de felicidade, tornou-se, então, o inferno de sua vida. Lá passou a vivenciar sucessivas sessões de agressão e espancamento, além de ofensivas humilhações – que passavam despercebidas aos olhos da pequena prima Leyla, de quatro anos, mas já lamentadas pelo primo Jack, de seis.
Esse é o primeiro volume da série “Breathing”, escrita pela autora norte-americana Rebecca Donovan, essa obra best seller nos EUA promete chocar também o público brasileiro com uma realidade que está mais próxima do que se imagina. Só no Brasil, segundo dados da Sociedade Internacional de Prevenção ao Abuso e Negligência na Infância (Sipani), 12% das crianças menores de 14 anos são vítimas, anualmente, de alguma forma de violência.
Então, fica a pergunta: diante dessa realidade, por qual razão respirar?

O QUE TODA SAPA JÁ MENTIU!!!


01. “Gente, esse é meu namorado.”

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Toda lésbica passa pela cansativa fase de se descobrir gay, mas ainda não ter a liberdade ou preparo adequado pra sair escancarando a sapatonice por aí. Geralmente nessa fase todo mundo começa a desconfiar e te perguntar sobre relacionamentos. É aí que acontece a clássica: “Gente, esse é meu namorado…” – aponta pro melhor amigo de infância, virgem, completamente desajeitado, que não tem atitude nem pra dar um abraço de bom dia, e que sorri amarelo tentando não discordar de você ao mesmo tempo sussurrando “o que você tá fazendo, sua louca?”

02. “Imagina, nós somos só amigas.”

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Por escolha dela né, querida? Porque se fosse por você, essa amizade já teria avançado todos os levels possíveis, até o grande chefão e os créditos finais. Toda sapa vai ter uma amiga muito amiga, que é maravilhosa, perfeita, cheirosa, mas super bem resolvida em sua heterossexualidade e, só pra não ficar um clima chato, a sapa vai vestir a camisa da friendzone e dizer que nunca aconteceria nadas entre elas, como se a decisão tivesse sido dela.

03. “Claro que eu não olhei nada.”

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Vestiário de academia, banheiro de time da faculdade, chuveiro em grupo, meninas de biquini na piscina, topless na praia, bundinha pra cima pra tomar sol, arrumando o decote da blusa em público… Você olhou. Admita, sapatão… você olhou. A gente até tenta ao máximo ser discreta, ou até não olhar mesmo e respeitar esse espaço, esse momento. Mas um rápido lance é inevitável, a menos que você ande pelo ambiente com a cara grudada no chão.

04. “Gozei sim, foi uma delícia.”

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A gente sempre ouve por aí o comentário clássico de que lésbicas sabem o que fazer na cama porque “conhecem o instrumento”. Muito gente ouve isso e acredita piamente que sexo entre duas mulheres é sempre muito bom e impossível de dar errado (desde que ambas estejam dispostas), afinal, elas se conhecem, sabem como fazer, onde, como, quando.. POREM ... So as experientes por favor, não me vem uma sapa recém nascida que não sabe utilizar a porra da mão direito e chupar mau pra caralho. UFA.. PRONTO DESABAFEI!!!

05. “Eu te amo muito.”

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Olha aí a polêmica, o babado, a confusão!!! A gente já está cansada de saber que lésbica é uma criatura extremamente sentimental, impulsiva e dramática. Toda sapa, pelo menos uma vez (ou duas, três, quatro, dez, vinte) na vida vai conhecer uma guria incrível, se encantar no primeiro minuto, conversar madrugas inteiras, ter a certeza de que encontrou a pessoa certa e no calor do momento dizer “Eu te amo!” Uma semana depois já não aguenta mais olhar pra cara da fulana, desesperada pedindo ajuda dazamiga, pedindo conselho no face, porque não sabe como sair desse rolo. Tudo bem, a gente te entende. Naquele momento era verdade… ou não… acho que você se confundiu um pouquinho, né?
Acontece.

Dilma, sobre vaias e xingamentos: 'Não vou me intimidar' // Mas não é pra se intimidar. É só pra ir tomar no cu mesmo.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Prótese


Bom... dizer Adeus não é uma tarefa fácil até porque, só esta necessidade ou para poder largar parte de uma passado e seguir em frente, creio que pra mim seja mais que um fato que exige muita coragem,  alem de coragem pra mim é uma questão de transformação. Como adoro falar de maneira abstrata e todos que tem o meu amor sabem disso, pois sou bem clichê pra demonstrar quando sinto então nada mais que justo demonstra um adeus não de uma maneira grosseira apenas sincera até porque o que ficar aqui não vai ser mencionado, já me acostumei com muita coisa e ausência infelizmente tem sido a que me obrigou as engolir guéla a baixo ainda mais pelo fato de tanta exigência da minha parte. Então la vai a maneira clichê.

Penso eu que quando se ama alguém, de verdade essa pessoa mesmo que você não queira isso mesmo involuntário sabe.. Ela acaba tomando parte de você talvez o coração como algumas pessoas dizem ou a mente como outras dizem também, mais esta é minha maneira de dizer então vou ser mais EU agora. 
Quando amo pra mim essa pessoa vira uma parte de mim, não sei explicar qual é até porque isso pra mim não é o aonde o que quero chegar então sem coração sem mente uma perna, Isso nada mais que justo seja um amigo um amor, quantas vezes ficamos impossibilitados de agir ou precisamos de algum conselho pra tomar ou fazer certas atitudes.. Então isso uma perna! Quando se tem de deixar alguém é como se tivesse que arrancar, e não é simples colocar algo no lugar. Agora me vejo usando uma prótese, sim isso mesmo uma prótese!!! Não é a mesma coisa, vc não se sente tão ágil ou tão dependente daquilo, você simplesmente tem q aceitar a mudança e aprender a viver com ela. É isso que to fazendo. Fazendo da minha prótese uma perna e amando-a pra ser feliz com ela. Não disse que era clichê!!! Rsrs.
Sem passado
Sem amargo
Apenas o presente e futuro.

sábado, 7 de junho de 2014


Que não nos falamos mais, tudo bem. Porem achei que o respeito independente continuaria.
Bom.. Obrigada por tornar tudo mais facil

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Olha que estranho, contei ao meu psicólogo que o problema ou essa mistura, bagunça era todo uma questão de sentimentos e exageros. E que se fosse possível ouvir minhas canetas e papéis, possivelmente ele teria que prescrever algum remédio emocional para eles também. Eu era uma fora da casa. Literalmente um problema com pernas. Ele riu!

E como eu ia saber? Se imaginasse que ia gostar de você assim, nem tinha passado perto. Andaria rápido, olhando pra baixo.